Questões da vida de Rosilda
Em busca de descobrir o que me motiva a viver, estive visitando minhas memórias através das fotografias... cheguei a conclusão que me perdi em algum momento de quem sou, e não percebi que segui com um corpo com a essência perdida.
Escrevo para tentar explorar nas palavras algum sentido no que ando sentindo. Sinto algo que não tenho vocabulários capaz de descrever. Existe um vazio.
Me questiono sobre a finalidade da vida e o que me motiva estar aqui e agora. Não tenho resposta. O silêncio me invade, assim como um barulho ensurdecedor de vozes que ecoam na minha cabeça.
Perdi o controle em deixar as pernas e mãos quietas. É uma forma de aliviar a tensão e ansiedade que me atravessa.
O vazio é real.
Como me livrar dele?
Como que preenche?
Como que convive com ele?
A mesma resposta tenho para as três perguntas: Não sei.
Essa falta de conhecimento me corrói. Não saber é muito doloroso.
Não sei como cheguei neste ponto de tanta insatisfação com a vida. E não sei como sair deste ciclo.
Qual o sentido da vida?
Ninguém ainda me deu uma resposta concreta. São suposições e achismos...
Será se quero mesmo viver, ou estou respirando por obrigação?
O que existe na vida pós morte que tanto intriga as pessoa?
Preciso das respostas. Sem elas continuarei inquieta e pensante sobre se vale a pena estar no presente.
Uns dizeres de
Rosilda.
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